Os solos agrícolas na região do Alentejo estão cada vez mais pobres e destruídos devido às antigas campanhas de trigo que consumiram o seu húmus e também às culturas intensivas praticadas actualmente nesta região que aceleram em grande escala a erosão.


Os agricultores encontram-se agora numa posição decisiva para o futuro: ou utilizam fertilizantes orgânicos baseados em subprodutos agrícolas, ou a terra irá perder os nutrientes naturais que ainda lhe resta. 

Foi realizado um estudo de monitorização do solo, desde o ano de 2019, em que se verificaram valores muito baixos de matéria orgânica, inferiores a 1%. Estes números são consequência do uso excessivo de adubos minerais ao longo das últimas décadas.

Em resposta, há um projecto inovador em curso que consiste em produzir em uma década cerca de 250 mil toneladas de fertilizantes naturais para devolver a 80 mil hectares de áreas regadas desta região.



21-06-2019
 

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